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Resumo em 10 segundos

Mãe e filho mortos em acidente com veículo autopropelido na Tijuca 😢 Uma tragédia que expõe um problema crescente na cidade — números alarmantes e perguntas sem resposta.

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Tragédia na Tijuca: mãe e filho morreram em acidente com veículo autopropelido 😢🧵 O sepultamento acontece hoje de manhã no Cemitério da Penitência, no Caju. Um caso que reacende uma pergunta urgente: por que esses acidentes estão crescendo tanto no Rio?

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Os números são assustadores: segundo o Corpo de Bombeiros, foram 65 acidentes com veículos autopropelidos em 2024 — e 211 em 2025. Este ano já são 49. Ou seja, em um ano o total mais que triplicou. Tem algo mudando no uso, na fiscalização ou no risco desses aparelhos.

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O termo autopropelidos engloba patinetes, bicicletas elétricas e outros pequenos veículos. O aumento pode vir do boom da micro-mobilidade, falta de infraestrutura (calçadas e ciclofaixas seguras), manutenção ruim e regulamentação atrasada. Resultado: gente vulnerável pagando o preço.

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Sutil e importante: não é só sobre proibir. Quem mais sofre com soluções mal planejadas são moradores das periferias e trabalhadores que dependem desses meios. Precisa ter regulação, responsabilidade das empresas e políticas públicas que priorizem segurança e acesso justo.

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Dicas práticas pra quem usa: capacete sempre, carregador original, cheque freios e pneus antes de sair, evite andar em altas velocidades em calçadas e vias estreitas, e denuncie aparelhos com defeito. Segurança também passa por informação e fiscalização.

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Que essa morte na Tijuca não vire só mais um número: 211 acidentes em 2025 mostram que é hora de ação — infraestrutura, normas claras para operadores, campanhas de educação e proteção pra quem usa esses veículos. Reflexão final: mobilidade limpa tem que ser também segura e justa.

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