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🌍 A ciência polar ganha uma nova estrutura internacional para investigar Ártico e Antártida em 2032–2033 — com participação indígena e ciência aberta no plano.

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🌍 Tromsø, no norte da Noruega, sediará o escritório internacional de coordenação do 5º Ano Polar Internacional (IPY-5), programado para 2032–2033. A iniciativa reunirá ciência, governos e comunidades para estudar Ártico e Antártida. 🧵

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O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro norueguês Jonas Gahr Støre. A UiT, Universidade Ártica da Noruega, liderará o escritório em parceria com o Instituto Polar Norueguês.

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A coordenação terá ainda escritórios regionais no Instituto Coreano de Pesquisa Polar e no Instituto Antártico Chileno. As três unidades funcionarão como um único órgão, conectando pesquisadores da Europa, Ásia e América do Sul.

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O orçamento previsto é de US$ 10 milhões para nove anos, com operações a partir de 1º de janeiro de 2027. A estrutura apoiará projetos internacionais, comunicação científica e a articulação entre países e instituições participantes.

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A preparação é liderada conjuntamente pela Organização Meteorológica Mundial (WMO), pelo Comitê Científico de Pesquisa Antártica (SCAR), pelo Comitê Internacional de Ciência do Ártico (IASC) e pelo Conselho Internacional de Ciência.

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Um dos compromissos do IPY-5 é garantir participação efetiva e liderança de povos indígenas, incorporando seus sistemas de conhecimento. O plano também prevê ciência aberta e maior espaço para pesquisadores em início de carreira.

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Esta será a quinta edição de uma cooperação iniciada em 1882–1883. Num momento em que as regiões polares influenciam o clima, os oceanos e o nível do mar no mundo todo, coordenar dados e vozes diversas será tão importante quanto produzir novas medições.

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