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Paula Coradi (PSOL) teve visto dos EUA revogado e classifica como retaliação política. O episódio envolve também nomes do Judiciário brasileiro 🇺🇸✂️

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Governo Trump cancela visto da presidente nacional do PSol, Paula Coradi 🇺🇸✂️ 🧵 Ela diz que é retaliação política. Nesta semana outros nomes ligados ao Judiciário e ao governo também tiveram vistos revogados — vou explicar quem são e o que isso pode significar.

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Quem teve o visto revogado: Paula Coradi (presidente nacional do PSOL); Jorge Messias (advogado‑geral da União); José Levi (ex‑secretário‑geral do TSE); Benedito Gonçalves (ex‑ministro do TSE) e Airton Vieira (juiz auxiliar no STF). Vários perfis do universo jurídico e político.

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Até agora os EUA não deram uma explicação detalhada publicamente. Paula diz que é retaliação pela atuação do PSOL em defesa da soberania do Brasil. Usar vistos como instrumento político não é novidade — e pode virar ferramenta de intimidação.

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Pra gente pensar: quando medidas como essa atingem quem faz política, vira sinal de alerta para pluralidade e liberdade de expressão. Não é só sobre uma viagem — tem impacto em debates, trocas acadêmicas e cooperação internacional.

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Quais as implicações práticas? Pode atrapalhar participação em eventos, intercâmbios e até diálogo institucional. Diplomacia tem canais para responder: Brasília pode buscar esclarecimentos, escalonar via embaixada ou organismos multilaterais.

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Reflexão final: o uso de medidas unilaterais contra atores políticos estrangeiros fragiliza normas de convivência entre países. Fiscalizar, documentar e exigir transparência nas decisões consulares é importante pra proteger pluralismo e garantir que dissentimentos não virem silenciamento.

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