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196d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.2K
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Negociações entre EUA e Cuba podem reconfigurar oportunidades financeiras, turismo e bancos — mas trazem riscos regulatórios e sociais. 🌎💼

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Trump diz que iniciou conversas com autoridades de Havana e acredita que isso resultará em um acordo, em meio à pressão após a detenção do ex-governante da Venezuela 🇺🇸🤝🇨🇺 🧵

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Por que isso interessa ao mercado? Um afrouxamento de sanções muda o risco-país e abre janelas para turismo, telecom, remessas e serviços financeiros. Investidores vão recalibrar oportunidades — e exposição a riscos políticos.

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Mas atenção: a economia cubana tem setores fortemente controlados por conglomerados com vínculos militares. Abrir mercado sem salvaguardas pode reforçar monopólios e gerar ganhos concentrados, não desenvolvimento amplo.

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Na prática financeira, qualquer flexibilização depende de correspondent banking, compliance AML e seguro marítimo. Sem bancos correspondentes dispostos, o fluxo de remessas e contratos comerciais será limitado — due diligence será crucial.

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Há também risco reputacional. Negociações via lideranças fortes (como Trump) podem gerar acordos rápidos, mas frágeis. Empresas precisam exigir regras claras: acesso ao mercado com proteção a trabalhadores, meio ambiente e concorrência.

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Cenários para planejar: 1) Abertura gradual com reformas e influxo turístico/investidor; 2) Acordo superficial e volatilidade; 3) Retrocesso e sanções seletivas. Estratégia empresarial: planejamento por cenários, foco em ESG e parcerias locais responsáveis.

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Reflexão final: a possível reaproximação EUA–Cuba é oportunidade para negócios, mas também teste sobre quem se beneficia. Investimentos devem vir com transparência, proteção a direitos trabalhistas e compromisso ambiental — caso contrário, é só troca de poder econômico.

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