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Uma frase no Salão Oval reacendeu uma velha e delicada ponte diplomática entre Washington e Pyongyang. 🌏🧵

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“Trump says North Korea’s Kim has responded to his overtures”
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“Ele respondeu.” Com apenas duas palavras, Trump disse que Kim Jong-un reagiu às suas tentativas de contato. A fala veio depois da ordem para reduzir substancialmente exercícios militares dos EUA com a Coreia do Sul. 🌏🧵

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A cena foi no Salão Oval: questionado sobre a ausência de resposta de Pyongyang, Trump afirmou que ela existiu — mas não revelou como, quando nem o conteúdo da mensagem. O silêncio em torno dos detalhes mantém a tensão no ar.

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O gesto remete a uma relação que marcou o primeiro mandato de Trump. Ele e Kim trocaram cartas, realizaram cúpulas em 2018 e 2019 e chegaram a encenar uma aproximação improvável entre dois adversários históricos.

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Mas o roteiro perdeu força quando as negociações travaram no ponto mais difícil: o arsenal nuclear norte-coreano. A Coreia do Norte continua sob sanções internacionais por seus testes nucleares e programas de mísseis balísticos.

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Agora, a redução dos exercícios conjuntos com Seul muda o cenário. Trump citou o custo das manobras e a recusa sul-coreana em participar de ações contra o Irã. Para aliados, qualquer ajuste militar exige coordenação e previsibilidade.

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Entre sinais diplomáticos e demonstrações de força, a península coreana volta ao centro do tabuleiro global. Uma resposta pode abrir conversa — mas paz duradoura depende de acordos verificáveis, segurança regional e diálogo que não deixe populações reféns da escalada.

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