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🤖🇺🇸🇨🇳 IA, comércio e Taiwan devem pautar o encontro entre Trump e Xi. Entenda por que expectativas de acordos concretos são tão baixas. 🧵

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Trump e Xi Jinping devem se encontrar nos EUA com a IA no topo da pauta 🤖🇺🇸🇨🇳 Mas, apesar do tom amistoso esperado, comércio, Taiwan e controles tecnológicos mantêm as duas maiores economias do mundo em forte desconfiança. 🧵

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O ponto de partida é simples: Washington e Pequim dependem um do outro economicamente, mas disputam influência, tecnologia e regras globais. Por isso, conversas entre os dois líderes podem reduzir riscos — sem necessariamente produzir grandes acordos.

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A possível área de consenso é a segurança em inteligência artificial. Segundo relatos, os EUA propuseram um mecanismo de diálogo bilateral após conversas entre o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o vice-premiê chinês He Lifeng.

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Isso não equivale a um tratado robusto. Um “mecanismo de diálogo” cria canal para trocar alertas e discutir limites, mas não obriga nenhum lado a abrir mão da corrida por chips, modelos avançados e aplicações militares de IA.

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A disputa tecnológica aparece até no jantar de Estado: nomes como Sam Altman, Tim Cook, Sundar Pichai, Jensen Huang, Elon Musk, Mark Zuckerberg e Jeff Bezos podem participar. Isso mostra como empresas privadas hoje influenciam uma agenda com impacto mundial.

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Taiwan é o tema mais delicado. Parte do debate em Washington teme que Trump faça concessões retóricas a Xi. Para a China, a ilha é questão de soberania; para os EUA, envolve segurança regional, cadeias de semicondutores e compromissos com aliados.

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Comércio e clima também devem aparecer, mas sem expectativa de virada. Tarifas, controles de exportação e acesso a tecnologias estratégicas seguem em choque. Já a cooperação climática é difícil, embora seja essencial para uma transição energética que não deixe países vulneráveis para trás.

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A lição da cúpula é menos sobre uma foto de aperto de mãos e mais sobre gestão de riscos: quando EUA e China competem sem diálogo, decisões sobre IA, comércio e segurança afetam bilhões de pessoas muito além das duas potências.

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