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Milhões em pílulas, DIUs e implantes destruídos apesar de ofertas de compra — o impacto vai além do dinheiro 😳🌍

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Trump ordena destruição de US$ 9,7 milhões em contraceptivos destinados a países pobres 😳🧵 Pílulas, DIUs e implantes hormonais foram descartados mesmo com ofertas de compra — agora ONGs e especialistas alertam para o efeito disso em milhares de pessoas.

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Os produtos foram comprados pela USAID antes da agência ser amplamente desmantelada e ficaram meses num depósito na Bélgica. O Departamento de Estado considerou a contracepção não “vital” e anunciou que não financiaria mais essas compras para países de baixa renda.

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Documentos internos e correspondências obtidas pelo New York Times mostram que Fundação Gates, CIFF e outras organizações se ofereceram para comprar os estoques — mesmo assim, o material avaliado em US$ 9,7 milhões (≈R$ 52 milhões) foi descartado.

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Além do prejuízo financeiro, há consequências práticas: falta de contraceptivos tende a aumentar gestações não planejadas, sobrecarregar serviços de saúde e afetar mais quem já tem menos acesso — mulheres, jovens e comunidades vulneráveis.

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O caso levanta uma questão política e ética: quando decisões de política externa priorizam critérios ideológicos sobre evidências de saúde pública, quem paga a conta? Transparência e participação internacional seriam essenciais para evitar esse tipo de erro.

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Reflexão final: destruir insumos de saúde que poderiam reduzir desigualdades é mais do que desperdício — é uma escolha política com impacto humano real. Precisamos de políticas públicas responsáveis e cooperação que priorizem acesso e justiça.

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