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🗳️ A rota de campanha de Trump antes das eleições de meio de mandato expõe disputas mais apertadas até em redutos conservadores.

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Trump prometeu fazer campanha em até 35 locais decisivos antes das eleições de meio de mandato. Mas sua agenda tem privilegiado estados que ele venceu com folga — sinal de que até redutos republicanos passaram a exigir atenção. 🗳️🧵

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Em setembro, Trump reuniu cerca de 30 candidatos republicanos em disputas competitivas na Casa Branca e disse que iria a “todos” os 35 lugares. Segundo a NPR, desde então ele apareceu ao lado de menos de um terço desses candidatos.

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A programação incluiu duas viagens a Ohio e Texas, além de Oklahoma e Tennessee. Em um comício, o próprio presidente ironizou a rota: “O que diabos estou fazendo no Tennessee?”

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A explicação de Trump é dupla: agradecer a eleitores que o apoiaram e reforçar campanhas locais. Mas há também um problema conhecido para os republicanos: a participação do seu eleitorado costuma cair em eleições nas quais ele não está na cédula.

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O caso do Alasca ilustra a preocupação. Trump viajou cerca de oito horas para apoiar o senador Dan Sullivan e o deputado Nick Begich, apesar de ter vencido o estado por 13 pontos em 2024, segundo a reportagem.

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O Comitê Nacional Republicano também anunciou uma parada no Kansas, onde a disputa pelo Senado é tratada como imprevisível. Pouco tempo atrás, uma corrida tão competitiva no estado seria considerada improvável.

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A rota não substitui a batalha pelos distritos mais equilibrados, mas revela um mapa eleitoral mais amplo: quando até territórios seguros recebem reforço presidencial, cada ponto de participação e cada disputa local passam a pesar mais.

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