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A Justiça Eleitoral disse que informar sobre serviços públicos não é, por si só, propaganda eleitoral. Entenda a decisão 👇🧵

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TSE rejeitou o pedido de Flávio Bolsonaro para suspender, de forma geral, os canais de comunicação do governo federal na reta final do 2º turno. 📱🏛️ A decisão preserva avisos sobre serviços e benefícios — mas mantém limites contra propaganda eleitoral. 🧵

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A ação da campanha bolsonarista alegava que canais como Gov.br, WhatsApp e chatbots poderiam favorecer a reeleição de Lula ao divulgar programas, ações e políticas públicas.

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O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, não viu ilegalidade concreta nos conteúdos apresentados. Para ele, as mensagens tinham aparência de informação e utilidade pública, voltadas a orientar a população.

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Traduzindo: eleição não pode virar motivo para desligar serviços essenciais. Avisar sobre benefícios, acesso à saúde, direitos e atendimento público continua sendo necessário — especialmente para quem mais depende dessas informações.

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O ministro destacou um ponto importante: uma política pública estar no debate eleitoral não transforma automaticamente toda comunicação sobre ela em propaganda. É preciso provar, caso a caso, que houve desvio eleitoral.

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Mas não é um “liberou geral”. O TSE deixou claro que a decisão não dá salvo-conduto para usar canais oficiais em favor de candidatura. Se houver publicidade institucional com finalidade eleitoral, a Justiça pode agir.

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O processo continua tramitando no TSE. Por enquanto, fica a régua: comunicação administrativa e acesso a serviços podem seguir; promoção eleitoral disfarçada, não. Manter essa separação protege tanto a democracia quanto o direito à informação.

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