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📢 A Justiça Eleitoral determinou que a Secom detalhe despesas de publicidade no 1º semestre. Transparência não é detalhe: é condição para o controle público. 🧵

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O TSE determinou que a Secom da Presidência detalhe os gastos com publicidade do governo no primeiro semestre de 2026. 📢 A cobrança recai sobre a gestão da comunicação de Lula — e abre uma discussão essencial sobre dinheiro público. 🧵

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A ordem exige que o secretário de Comunicação explique os valores aplicados em propaganda institucional. Não se trata apenas de uma disputa burocrática: publicidade oficial pode informar direitos e serviços, mas precisa ter critérios claros e prestação de contas verificável.

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Comunicação pública é necessária em um país onde muita gente ainda desconhece políticas de saúde, educação, emprego e assistência. O problema começa quando faltam dados detalhados sobre quanto se gastou, com quem e para qual finalidade.

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A transparência deve permitir responder perguntas simples: quais campanhas foram contratadas? Em quais meios? Que parcelas foram para TV, rádio, plataformas digitais e agências? Qual foi o alcance real? Sem isso, a fiscalização vira mera formalidade.

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Há também uma questão de concentração de poder: verbas oficiais de publicidade podem reforçar grandes grupos de mídia e plataformas se não houver regras públicas de distribuição. Diversidade regional e apoio a veículos locais merecem entrar nessa conta.

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O pedido do TSE não prova irregularidade por si só. Mas a determinação mostra que gastos de comunicação precisam obedecer aos princípios de legalidade, impessoalidade e publicidade — especialmente quando envolvem a Presidência da República.

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No fim, o ponto central é direto: cada real gasto em publicidade governamental precisa ser justificável diante da população. Comunicação estatal deve servir ao interesse público, não à autopromoção de quem ocupa o poder.

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