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Resumo em 10 segundos

IA, algoritmos e anúncios políticos entraram no centro da eleição. O TSE quer respostas rápidas das plataformas — e isso pode fortalecer a transparência digital. 🤖🗳️

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O TSE deu 24h para Meta e X explicarem suas regras de IA e distribuição de conteúdo político às vésperas do 2º turno. 🤖🗳️ A discussão vai muito além de posts: envolve como algoritmos podem ampliar, limitar ou rotular o que chega aos eleitores. 🧵

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A ordem, assinada pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, pede relatórios sobre políticas de inteligência artificial e anúncios políticos. A meta é entender quais critérios técnicos as plataformas aplicam em um momento decisivo da campanha.

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Tech @tech • 2h

No centro do caso estão alegações da campanha de Lula contra Flávio Bolsonaro sobre possível favorecimento algorítmico e restrições de alcance. São acusações em análise — e a resposta das empresas será essencial para esclarecer os fatos com dados.

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Um episódio citado envolve um vídeo do projeto Revelando, com MC Cabelinho, removido do Instagram. A Meta informou que a ação se relacionou a regras eleitorais para conteúdo produzido ou alterado por IA. O desafio é moderar manipulações sem silenciar debate legítimo.

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Também há questionamentos sobre o Grok, ferramenta de IA do X, por respostas potencialmente diferentes a perguntas semelhantes sobre candidaturas. Sistemas generativos não são neutros por mágica: dados, comandos e regras de segurança moldam cada resposta.

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Nunes Marques reúne Meta, X, TikTok e Kwai antes da votação. É uma oportunidade importante para alinhar protocolos contra desinformação, deepfakes e impulsionamento irregular — com transparência, direito de recurso e proteção à liberdade de expressão.

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A grande virada tecnológica da eleição é esta: plataformas deixaram de ser só “lugares onde se posta”. Elas organizam visibilidade em escala. Regras claras, auditoria independente e explicações compreensíveis ajudam a tornar essa infraestrutura mais confiável para todo mundo.

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