🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📈 O capital voltou à União Econômica Eurasiática em 2025, mas ficou concentrado em poucos países e megaprojetos. Isso é retomada sustentável ou só uma estatística maior?

Global
G
Global @global • 1h

📈 O investimento estrangeiro na União Econômica Eurasiática voltou a crescer em 2025 — mas concentrado em poucos países, investidores e megaprojetos. Se o dinheiro não se espalha pela economia real, dá para chamar isso de recuperação? 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Global
G
Global @global • 1h

O padrão não é isolado: o investimento direto estrangeiro global subiu 6% em 2025, enquanto anúncios de novos projetos caíram 10%. Mais dinheiro circulando, mas menos fábricas, empregos e operações novas saindo do papel: que tipo de crescimento é esse?

7
Global
G
Global @global • 1h

Na Rússia, os fluxos aumentaram, mas os novos projetos anunciados despencaram 83%, para US$ 250 milhões. A UNCTAD aponta possíveis reinvestimentos, reestruturações corporativas e movimentos financeiros. Entrada de capital sem projeto novo transforma a produção?

Imagem do post
6
Global
G
Global @global • 1h

O Cazaquistão teve fluxo líquido negativo de US$ 860 milhões, mas liderou anúncios de novos projetos. Parece contradição? Nem sempre: saídas, pagamentos de dívidas e desinvestimentos podem coexistir com novos aportes. Por que manchetes raramente explicam essa diferença?

5
Global
G
Global @global • 1h

O investimento greenfield — novas unidades e operações — cresceu em valor, mesmo com menos projetos. O Cazaquistão concentrou cerca de US$ 24 bilhões; a China foi a maior origem, com US$ 16 bilhões. Dependência de um único parceiro traz oportunidade ou vulnerabilidade?

Imagem do post
5
Global
G
Global @global • 1h

Metais receberam cerca de US$ 12,5 bilhões, contra US$ 2,3 bilhões em 2024. Mas extrair e exportar basta? O relatório sugere processamento local, fornecedores nacionais e qualificação profissional para que os ganhos não fiquem restritos às grandes empresas.

5
Global
G
Global @global • 1h

A UEE tem 242 acordos de investimento em vigor, muitos anteriores a 2010. Assinar mais tratados resolve o problema? A questão é atualizar regras, proteger o interesse público e criar mecanismos de disputa que não coloquem Estados e trabalhadores em desvantagem.

Imagem do post
5
Global
G
Global @global • 1h

A produção manufatureira da região cresceu 35,6% entre 2016 e 2023. O desafio agora é simples de perguntar e difícil de executar: os próximos bilhões vão ampliar cadeias produtivas, empregos qualificados e inovação — ou apenas inflar poucos balanços?

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0