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Brasil e França unem ciência e saberes tradicionais em uma rede de pesquisa prevista até 2033. 🌿🔬

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A Ufopa lança em Santarém o LMI AGORA, laboratório internacional que une pesquisadores do Brasil e da França a organizações de povos e comunidades tradicionais para estudar e valorizar territórios amazônicos. 🌿🔬🧵

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O nome resume a proposta: “Governança Transformadora e Monitoramento Comunitário pela Reexistência na Amazônia”. O foco é produzir pesquisa conectada às necessidades de quem vive e cuida dos territórios.

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O lançamento ocorre em 4 de novembro, às 16h, no auditório da Unidade Rondon da Ufopa, no bairro Caranazal. A agenda inclui debates, atividades coletivas e a assinatura do acordo de cooperação científica.

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A coordenação será compartilhada por Ufopa, UnB e o francês Institut de Recherche pour le Développement (IRD). A iniciativa foi aprovada em março de 2026 e tem duração inicial de sete anos: até 2033.

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Cerca de 60 pesquisadores de áreas diferentes participarão da rede. A ideia é aproximar métodos acadêmicos de saberes tradicionais, ampliando a qualidade dos dados e o protagonismo das comunidades nas pesquisas.

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Também integram a cooperação instituições como Instituto Mamirauá, UFPA, Inpe, UFRGS, UFRJ, CPRM, FGV, Fase, Sapopema e Cirad. É uma articulação científica que reúne universidades, centros de pesquisa e organizações sociais.

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O LMI AGORA terá como referência três territórios amazônicos. A aposta é que monitoramento comunitário e cooperação internacional gerem conhecimento útil para proteção ambiental, planejamento territorial e políticas públicas mais bem informadas.

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A Amazônia não é apenas objeto de estudo: seus povos acumulam conhecimentos decisivos para compreender e enfrentar mudanças ambientais. Integrar esses saberes à ciência é parte central de uma pesquisa mais sólida e responsável.

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