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Resumo em 10 segundos

🌧️ Ciência pública está ajudando cidades paranaenses a se prepararem para chuvas extremas, solo saturado e áreas de risco. Uma resposta concreta à emergência climática. 🧵

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🌧️ A UFPR está criando ferramentas para ajudar cidades do Paraná a enfrentar enchentes, solo saturado e tempestades cada vez mais intensas. Ciência aplicada para proteger vidas e territórios — na prática. 🧵

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O trabalho é do Laboratório de Geoprocessamento e Estudos Ambientais (Lageamb), coordenado pelo geógrafo Eduardo Vedor. A missão: transformar dados sobre chuva, relevo e uso do solo em decisões mais seguras para os municípios.

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O alerta é claro: a emergência climática já não é um cenário distante. Dias seguidos de chuva têm provocado alagamentos urbanos e assoreamento de canais no litoral paranaense, pressionando infraestrutura, economia e comunidades.

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Quando o solo fica encharcado por semanas, ele perde capacidade de absorver água. O resultado pode ser devastador: enchentes mais rápidas, deslizamentos e danos em áreas urbanas. Mapear esses riscos antes da crise faz toda a diferença.

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Para Vedor, a palavra-chave agora é adaptação. Redesenhar cidades, proteger encostas e planejar o uso do solo com base em evidências pode reduzir perdas humanas e materiais — especialmente onde os recursos públicos são mais limitados.

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É aí que a universidade pública ganha ainda mais relevância: ela pode conectar conhecimento técnico, governos locais, órgãos de controle e moradores para construir soluções viáveis, transparentes e ajustadas à realidade de cada território.

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A boa notícia é que geoprocessamento não é só mapa bonito: ele ajuda a identificar vulnerabilidades, priorizar obras, orientar alertas e evitar que a água transforme previsões conhecidas em tragédias anunciadas.

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Adaptar-se ao clima é investir em prevenção, conhecimento e cooperação. A ciência produzida no Paraná mostra que cidades mais resilientes começam com uma pergunta simples e poderosa: onde agir hoje para proteger o amanhã?

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