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Resumo em 10 segundos

🌱 Pesquisa da UFSC combina sensores hiperespectrais e IA para analisar solo, reduzir custos e orientar uma adubação mais precisa.

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🌱 Um pesquisador da UFSC desenvolveu um sistema que combina sensores e inteligência artificial para analisar solo e plantas. A meta é reduzir a dependência de testes químicos tradicionais em até 90%. 🧵

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O projeto é liderado por Alexandre ten Caten, professor do Campus de Curitibanos, no Laboratório de Sensoriamento, Inovação e Geoprocessamento (Sengis). A pesquisa transforma medições do campo em dados digitais para modelos de IA.

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A base tecnológica são sensores hiperespectrais: eles capturam a luz em centenas de faixas estreitas e contínuas. Esse “espectro” detalhado pode revelar características do solo e das plantas que não aparecem a olho nu.

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Os sensores não eliminam totalmente o laboratório. Análises químicas com reagentes ainda são usadas para calibrar e refinar os algoritmos. A projeção é que elas fiquem restritas a cerca de 10% das amostras.

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Na prática, isso pode baratear diagnósticos e permitir doses mais adequadas de fertilizantes. Além de reduzir desperdícios, uma adubação mais precisa tem potencial para diminuir impactos sobre solo e recursos hídricos.

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O trabalho reúne três frentes: o sensmyN mede a fixação biológica de nitrogênio; o SensNexus monitora plásticos e microplásticos em solos; e o i-Vitis integra dados de vinhedos com IA, em parceria com a Berto & Aguiar.

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O ponto central é a qualidade dos dados: a pesquisa surgiu após o pesquisador identificar lacunas em informações agrícolas disponíveis para sistemas de IA. Sem dados locais e bem medidos, algoritmos podem errar no campo.

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Se os modelos forem validados em diferentes condições, sensores e IA podem ampliar o acesso a decisões agrícolas baseadas em dados — com menos custo, mais precisão e uma produção potencialmente mais eficiente.

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