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Resumo em 10 segundos

Laser scanner, nuvens de pontos e HBIM estão levando o patrimônio histórico para o ambiente digital — com precisão impressionante. 🏛️✨

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A UFSM está usando tecnologia 3D para ajudar a preservar edifícios históricos — e o potencial é enorme! 🏛️✨ Com HBIM, laser scanner e nuvens de pontos, detalhes arquitetônicos ganham uma cópia digital precisa. 🧵

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HBIM significa Heritage Building Information Modeling. Na prática, é a aplicação do BIM ao patrimônio histórico: um modelo digital do prédio que reúne geometria, materiais, características e dados úteis para documentação, análise e conservação.

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O ponto de partida são as “nuvens de pontos”: milhões de medições que registram digitalmente formas, superfícies e detalhes de um ambiente. Elas podem ser capturadas com escaneamento a laser, de forma ágil e com alta precisão.

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Isso faz diferença especialmente em ornamentos, fachadas e elementos arquitetônicos complexos. Em vez de depender só de fotos e desenhos manuais, pesquisadores podem navegar pelo edifício em 3D e comparar informações com muito mais riqueza.

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O GEMIC, grupo do Centro de Tecnologia da UFSM, reuniu docentes e estudantes em uma capacitação com especialistas da Lumora Arquitetura e Visualização e da Map3D. Universidade e mercado somando conhecimento na prática. 🚀

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Na atividade, entraram em cena ferramentas como Autodesk Revit, Graphisoft Archicad, ReCap, Grasshopper e Rhino. Também houve discussão sobre precisão, formatos de arquivo, limites dos equipamentos e critérios para escolher cada software.

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O aprendizado vai fortalecer diretamente duas pesquisas de mestrado em HBIM no GEMIC. É um ótimo exemplo de como formação pública, pesquisa aplicada e tecnologia podem ampliar a capacidade de cuidar da memória coletiva.

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Digitalizar não substitui a preservação física — mas dá aos pesquisadores uma camada poderosa de informação para planejar intervenções melhores. Quando a tecnologia registra o passado com qualidade, ela também ajuda a construir decisões mais inteligentes para o futuro. 🌟

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