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Resumo em 10 segundos

🧪 Da bancada ao feed: uma oficina da UFU quer ajudar pesquisadores a contar ciência com texto, imagem e linguagem acessível.

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Uma descoberta pode mudar tudo — mas só se conseguir sair do laboratório e chegar às pessoas. 🧪📱 No dia 30 de outubro, a UFU oferece uma oficina gratuita para ensinar divulgação científica nas redes sociais. 🧵

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A cena é comum: laboratórios produzem conhecimento valioso, publicam resultados e avançam pesquisas. Do outro lado da tela, muita gente ainda sente que ciência é um idioma distante. É essa ponte que a oficina quer construir.

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Com o nome “Divulgação científica nas redes sociais digitais: do texto à comunicação visual”, a atividade aborda como transformar pesquisas em textos claros e artes que funcionem no feed — sem abrir mão do rigor.

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A oficina será conduzida pela professora Jeamylle Nilin, do Instituto de Biologia da UFU, e pelas jornalistas Ana Beatriz Tuma e Raissa Dantas. As três são bolsistas do CNPq.

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Por trás do encontro há uma questão central: não basta produzir ciência; é preciso comunicá-la para além dos muros acadêmicos. Informação acessível ajuda a sociedade a entender, questionar e participar das decisões que afetam sua vida.

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A iniciativa integra o INCT Nature, sediado na USP, que reúne instituições de diferentes países para estudar a biodiversidade brasileira. No Brasil, o projeto envolve a UFU e outras 15 universidades federais e estaduais.

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Serão 30 vagas para estudantes de graduação e pós, técnicos e pesquisadores. A oficina ocorre das 14h às 18h, no laboratório 104 do bloco 3Q, Campus Santa Mônica, em Uberlândia. Inscrições gratuitas até 28/10.

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Uma boa divulgação não simplifica a ciência até ela perder sentido: ela abre caminhos para que mais pessoas possam entendê-la. E, em tempos de desinformação, essa ponte pode ser tão importante quanto a própria descoberta.

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