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Resumo em 10 segundos

Aposta no celular parece inofensiva, mas pode virar dívida, ansiedade e perda de controle. Uma pesquisa anônima da UFU quer entender esse impacto. 🎰🧠

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As bets não mexem só com o bolso: podem afetar ansiedade, relações e rotina. 🎰🧠 A UFU iniciou uma pesquisa anônima para entender o impacto das apostas digitais na saúde mental e financeira da sua comunidade. 🧵

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O estudo é do Gesmic, grupo da Faculdade de Medicina da UFU. Podem participar estudantes, docentes, técnicos e terceirizados — inclusive quem nunca apostou. Isso ajuda a comparar hábitos e identificar riscos com mais precisão.

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A meta é ouvir 1.060 pessoas até julho de 2027. O questionário é online e anônimo. A ideia não é apontar dedo para ninguém, e sim mapear vulnerabilidades como perda de controle, vício e superendividamento.

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E o tamanho desse mercado assusta: segundo o TCU, 17,7 milhões de brasileiros apostaram em plataformas autorizadas só no 1º semestre de 2025. O gasto efetivo médio foi de cerca de R$ 164 por mês por pessoa.

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O transtorno do jogo é reconhecido pelo Ministério da Saúde. Sinais de alerta: não conseguir parar, apostar de novo para “recuperar” perdas, comprometer contas ou usar o jogo como fuga de sentimentos difíceis.

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Não é falta de força de vontade. Plataformas ficam no celular, usam publicidade intensa e prometem ganho fácil — uma combinação que pode ser especialmente perigosa para quem já está sob pressão financeira ou emocional.

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Os dados podem apoiar redes de acolhimento e políticas de prevenção dentro da universidade. Falar de bets como tema de saúde pública é essencial: cuidado e informação precisam chegar antes que uma aposta vire sofrimento.

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