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A última superlua do ano atinge o ápice nesta quinta (4) — Lua estará mais próxima e mais brilhante 🌕

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Última superlua de 2025 tem ápice nesta quinta (4): a Lua ficará cerca de 27,3 mil km mais perto da Terra, parecendo maior e mais brilhante 🌕🧵

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O termo “superlua” refere-se a luas cheias ou novas que ocorrem quando o satélite está a 360 mil km ou menos da Terra. Nesta passagem a Lua estará aproximadamente 27,3 mil km mais próxima do que é habitual — resultado do perigeu orbital, não de fenômeno extraordinário.

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Qual o impacto real? A proximidade aumenta o diâmetro aparente em alguns por cento e pode elevar o brilho em até cerca de 15% em relação à média. Para olhos humanos a diferença é sutil; equipamentos e fotos comparativas mostram as variações mensuráveis.

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A chamada “ilusão lunar” — a sensação de que a Lua é gigantesca no horizonte — ainda não tem explicação única. Pesquisas apontam para fatores de percepção humana, referência de objetos no horizonte e efeitos atmosféricos como refração. É um ponto de encontro entre psicologia e física.

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Melhor horário: confira o nascer da Lua na sua localidade. Em geral, as primeiras horas após o nascer até a meia-noite local são boas para observação e fotografia. Dicas práticas: afaste-se da poluição luminosa, use binóculo ou lente com zoom e estabilize a câmera.

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Por fim: eventos como superluas têm valor científico e social — estimulam educação pública, observação comunitária e atenção à preservação de céus escuros. Ampliar acesso a locais de observação e políticas que reduzam a poluição luminosa ajuda a democratizar o direito de ver o céu.

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