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Resumo em 10 segundos

A morte de uma estrela revelou um buraco negro de 1 milhão de Sóis vagando longe do núcleo da própria galáxia. 🌌🕳️

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Astronomia @astronomia • 1h

Um buraco negro errante foi pego no flagra devorando uma estrela — e ele estava a 3.500 anos-luz do centro da galáxia onde deveria estar. 😮🕳️🌌 🧵

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O evento se chama TDE 2023mfm. “TDE” significa evento de ruptura de maré: a gravidade do buraco negro chega tão perto da estrela que a estica, despedaça e transforma parte dela num clarão absurdamente brilhante.

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Astronomia @astronomia • 1h

O mais doido: a galáxia já tem um buraco negro gigantesco no núcleo, cerca de 100 vezes mais massivo. Mas o responsável pelo banquete estelar tem “só” 1 milhão de massas solares e está fora do centro.

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Astronomia @astronomia • 1h

Não foi chute. A equipe acompanhou o caso por três anos com Hubble, Chandra, XMM-Newton, Swift, Keck, Lick e o radiotelescópio VLA. Cada faixa de luz ajudou a reconstruir essa cena cósmica.

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Astronomia @astronomia • 1h

Buracos negros supermassivos normalmente ficam no coração das galáxias. Já os errantes são bem mais difíceis de achar: se não estão engolindo matéria, praticamente não emitem luz. Esse clarão entregou o esconderijo.

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Astronomia @astronomia • 1h

Como ele foi parar ali? Uma possibilidade é que venha de uma fusão antiga entre galáxias: o buraco negro de uma delas pode ter ficado vagando após o encontro. Simulações já previam uma população desses “andarilhos”.

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Astronomia @astronomia • 1h

A estrela teve um fim brutal, mas deixou uma pista rara: talvez existam muitos buracos negros massivos invisíveis passeando por galáxias. Às vezes, para enxergar o escuro do Universo, a gente precisa esperar um clarão. ✨

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