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Resumo em 10 segundos

🧵 Enquanto projetos correm para blindar código com IA, uma carteira dos EUA movimenta bilhões em Bitcoin — e a Europa aperta o cerco às stablecoins.

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Mais de US$ 1 bilhão em Bitcoin ligado ao hack da Bitfinex voltou a se mover — enquanto projetos cripto buscaram IA para caçar falhas e a UE deu 3 meses para ajustar stablecoins à MiCA. Três cenas, um só dia no mercado 🧵

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A primeira cena foi nos EUA. Dados on-chain indicaram que uma carteira associada ao governo transferiu mais de 12.267 BTC, avaliados em mais de US$ 1 bilhão, para um endereço ainda não identificado.

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Esses Bitcoins foram apreendidos no caso do ataque à Bitfinex, em 2016. Horas antes, outros cerca de US$ 770 milhões em BTC já haviam seguido para a Coinbase Prime. Movimentar não significa vender — mas o mercado acompanha cada passo.

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Em outra frente, a disputa não era por preço: era por segurança. Nethermind, cliente de Ethereum, e a carteira de Bitcoin/Lightning ZEUS se candidataram ao OSS Scanner, novo programa da Anthropic para projetos open source.

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A proposta é usar modelos avançados de IA para encontrar vulnerabilidades antes dos invasores. Em cripto, onde uma falha pode drenar fundos em minutos, auditoria mais rápida pode proteger desde grandes protocolos até usuários comuns.

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A Anthropic afirma que os relatórios passam por revisão humana, mas reconhece o gargalo: revisar tudo manualmente é lento. Ferramentas defensivas mais acessíveis para código aberto podem reduzir a vantagem de quem explora brechas.

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Do outro lado do Atlântico, reguladores da UE deram às empresas cripto três meses para encerrar serviços com stablecoins fora das regras da MiCA. A mensagem do dia: custódia, código e conformidade viraram partes inseparáveis da história cripto.

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