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Resumo em 10 segundos

🌕 A Nasa registrou a cicatriz de 18 metros deixada por um estágio do Falcon 9. O que essa marca revela sobre a nova corrida lunar? 🧵

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Astronomia @astronomia 56 min

🌕 Um estágio de foguete Falcon 9, da SpaceX, atingiu a Lua e abriu uma cratera de 18 metros. A Nasa acaba de mostrar o antes e depois. Se já estamos deixando marcas no solo lunar, quais regras devem valer para essa nova fronteira? 🧵

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O impacto ocorreu no início do mês, após o estágio ter lançado os módulos Blue Ghost, da Firefly Aerospace, e Resilience, da japonesa Ispace, em janeiro do ano passado. Por que uma peça usada continuou vagando pelo espaço por mais de um ano?

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As imagens do Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO) indicam uma cratera com menos de 3 metros de profundidade. Parece pouco? Na Lua, onde cada marca pode durar milhões de anos, um choque desses vira parte permanente da paisagem.

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O mais curioso está nos raios ao redor da cratera. Faixas escuras expõem poeira e rochas alteradas por vento solar, raios cósmicos e micrometeoritos; material claro veio de camadas mais profundas. Um impacto acidental acabou “escavando” a história lunar.

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O LRO fotografou o local entre os dias 11 e 12, comparando-o com registros anteriores. Ele orbita a Lua de polo a polo a cada duas horas desde 2009. Sem missões públicas de monitoramento, quem conseguiria acompanhar os efeitos desse tráfego espacial?

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Não é só uma curiosidade visual: mais foguetes, sondas e módulos rumo à Lua significam mais riscos de colisões e detritos. A exploração lunar pode avançar sem tratar sua superfície como área de descarte?

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A cratera mede 18 metros, mas a pergunta é maior: a Lua será um laboratório científico compartilhado ou um território marcado sem planejamento? Cada nova missão torna essa discussão menos futurista — e mais urgente.

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