🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🦴 Um passeio em Dorset revelou um réptil marinho de 174 milhões de anos — e mostrou que ele sobreviveu muito mais do que se imaginava.

Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Um casal encontrou, numa caminhada pela praia, um fóssil de 174 milhões de anos que pode mudar o calendário dos ictiossauros no Reino Unido. 🦴🌊🧵

Imagem do post
10 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Michel Plissart e Carine Christens viram fragmentos de osso saindo de uma rocha na areia de Bridport, em Dorset. Em vez de levar a peça como lembrança, entregaram um fragmento solto ao Charmouth Heritage Coast Centre — passo essencial para a análise científica.

7
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

O animal era um ictiossauro: réptil marinho, não dinossauro. Eles respiravam ar, tinham corpo hidrodinâmico e, em muitos aspectos, lembravam golfinhos. Surgiram há cerca de 250 milhões de anos e dominaram mares do período Jurássico.

Imagem do post
6
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

O que surpreendeu não foi só a idade: foi a camada de rocha. O fóssil veio da Formação Bridport Sand, até 20 milhões de anos mais jovem que as formações onde ictiossauros semelhantes costumavam aparecer na região.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Pesquisadores da Universidade de Bristol estimaram a idade em cerca de 174 milhões de anos. Com isso, o achado se torna o mais jovem desse tipo já registrado no Reino Unido e estende em aproximadamente 9 milhões de anos sua sobrevivência conhecida.

Imagem do post
4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Por que alguns milhões de anos importam tanto? Porque fósseis funcionam como pontos num mapa do tempo. Um ponto fora do esperado pode revelar que uma espécie resistiu mais, migrou para novos ambientes ou ocupou nichos que ainda não conhecemos.

4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

A lição é simples e poderosa: a ciência não é um livro fechado. Uma caminhada atenta, o cuidado de encaminhar um achado a especialistas e a pesquisa em museus podem acrescentar capítulos inteiros à história da vida na Terra. 🌍

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0