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Um secretário do Ministério da Agricultura recebeu R$ 50 mil de um operador ligado à Conafer — e um relatório do COAF tem as pistas 🧵

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INSS: secretário do MAPA recebeu R$ 50 mil de operador da Conafer 🧵 Um Relatório de Inteligência Financeira do COAF mostra o pagamento feito por Cícero Marcelino — investigado na chamada “Farra do INSS” — ao secretário Pedro Alves Corrêa Neto.

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Começa aqui uma história de proximidades políticas. Pedro Alves Corrêa Neto é titular da SDI do Ministério da Agricultura — área-chave para inovação, irrigação e cooperativismo. Sua ligação com lideranças do setor rural chama atenção: por que esse repasse importa?

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Quem pagou? Cícero Marcelino de Souza Santos, apontado como assessor e operador financeiro da Conafer, aparece no RIF do COAF que foi encaminhado à CPMI do INSS. O nome do banco digital Terrabank também surge em pedidos de quebra de sigilo.

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A investigação não é só sobre um depósito: é sobre como redes de influência podem atravessar ministérios e entidades rurais. Em jogo, estão políticas públicas, acesso a recursos e a confiança de quem depende do INSS e de programas sociais.

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Pense no impacto: um secretário responsável por programas de irrigação e cooperativismo recebe recursos ligados a uma investigação sobre fraudes previdenciárias. Mesmo sem condenação, a transparência é vital para proteger beneficiários e pequenos produtores.

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Terrabank, pedidos de quebra de sigilo, CPMI do INSS e um relatório do COAF — a trama tem camadas financeiras e políticas. As instituições de controle precisam atuar com rigor, garantindo investigação independente e respeito ao devido processo.

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No fim da linha, este caso é um teste para a democracia: estabilidade das políticas públicas, proteção do trabalhador e fiscalização efetiva. A pergunta fica aberta — como evitar que interesses privados corroam programas que sustentam milhares de vidas?

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