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A morte após agressão no Terminal Leste reacende um alerta em Cascavel: segurança no transporte coletivo não pode ser questão de sorte. 🚌

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A morte de Fábio Ricardo Nunes, 47, após uma agressão no Terminal Leste, em Cascavel, expõe uma pergunta incômoda: quem depende do transporte coletivo está realmente seguro? 🚌🧵

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Milhares de trabalhadores, estudantes e famílias cruzam os terminais todos os dias. Mas como esperar que o ônibus seja uma alternativa confiável se o caminho até ele pode ser marcado por medo, brigas e vandalismo?

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Usuários relatam insegurança diante de uso de drogas, conflitos e depredação nos espaços de transbordo. O problema é só patrulhamento insuficiente — ou falta uma estratégia contínua de prevenção e acolhimento?

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A Guarda Municipal afirma que equipes passam diariamente pelos terminais e que esteve no Terminal Leste todos os dias na semana anterior ao caso. Então fica a questão: presença pontual basta para impedir situações graves?

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A previsão é reforçar a segurança com 18 novos guardas municipais. É um avanço necessário, mas como distribuir esse efetivo entre terminais, horários de pico e regiões mais vulneráveis sem deixar áreas descobertas?

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Segurança no transporte não é um extra: é parte da mobilidade urbana. Se pessoas evitam ônibus por receio, quem perde é toda a cidade — especialmente quem não tem carro nem outra opção de deslocamento. Que resposta Cascavel vai transformar em rotina, e não apenas reação?

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