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Resumo em 10 segundos

A SN 2023vbw pode ser uma raríssima supernova que destrói uma estrela por completo. ✨💥 Nada sobrou além de matéria viajando pelo cosmos.

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Uma estrela simplesmente se despedaçou — e não deixou estrela de nêutrons nem buraco negro para trás. 💥✨ A SN 2023vbw pode ser uma das observações mais raras da astronomia: uma supernova que apaga a própria estrela por completo. 🧵

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A luz do evento chegou à Terra em 12 de outubro de 2023. Os astrônomos viram uma estrela aumentar brutalmente de brilho e, depois, desaparecer. No local, restou uma nuvem de matéria em expansão — sem sinal de um objeto compacto no centro.

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Normalmente, uma estrela muito massiva termina com o colapso do núcleo: nasce uma estrela de nêutrons ou um buraco negro. Mas a SN 2023vbw aparentemente seguiu uma rota ainda mais extrema: a supernova por instabilidade de pares.

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Nessa hipótese, o núcleo fica tão quente que parte da energia da luz se transforma em pares de partículas e antipartículas. Isso reduz a pressão que sustentava a estrela. O resultado? Um colapso rápido seguido de uma explosão capaz de desmontá-la inteira.

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A candidata era uma supergigante azul: uma estrela compacta, muito quente e muito mais massiva que o Sol, já no fim da vida. Em vez de deixar um “cadáver” cósmico, ela pode ter convertido praticamente toda a sua estrutura em elementos lançados ao espaço.

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É uma descoberta empolgante porque esses eventos são previstos há décadas, mas são extremamente difíceis de confirmar. Cada observação ajuda a testar os limites da física estelar e a entender como o Universo fabrica e distribui elementos pesados.

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O mais bonito: a matéria expelida não é só destruição. Ela se mistura ao meio interestelar e pode participar de futuras gerações de estrelas e planetas. No cosmos, até um fim absoluto pode virar matéria-prima para novos começos. 🌌

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