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Resumo em 10 segundos

🎮 Ciência, criatividade e educação pública: até onde um jogo feito na escola pode levar o conhecimento sobre uma cidade? 🧵

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Uma estudante da rede municipal de Alvorada ficou em 4º lugar na MOSTRATEC, a maior feira de ciência e tecnologia da América Latina. 🎮🔬 E se os melhores laboratórios de inovação estiverem também nas escolas públicas? 🧵

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Jessica Larissa Bettim Arnolte Marques, da EMEF Alfredo José Justo, se destacou entre mais de 160 participantes. O projeto dela não começou com tecnologia cara: começou com uma pergunta essencial — como tornar a história local interessante para quem vive nela?

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A resposta foi “Explorando Alvorada com Feijózinho”: um jogo lúdico e interativo sobre a história, os pontos turísticos e a cultura do município. Por que tantas cidades ainda ensinam seu patrimônio de forma distante, quando ele pode virar descoberta?

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O guia da jornada é o Feijózinho, personagem criado pela própria Jessica e inspirado na bandeira de Alvorada. Parece simples? Criar uma narrativa, uma identidade visual e uma experiência de aprendizagem exige pesquisa, design e pensamento computacional.

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Há algo poderoso aqui: o jogo é gratuito e aberto à comunidade. Se tecnologia educacional pode democratizar conhecimento, por que tantos projetos escolares inovadores ainda têm alcance limitado e pouca divulgação fora da sala de aula?

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O 4º lugar é uma conquista individual, mas também revela o que acontece quando estudantes têm espaço para criar, pesquisar e apresentar ideias. A questão não é se talento existe na escola pública — é quantos talentos ainda esperam oportunidade para serem vistos.

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