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Resumo em 10 segundos

320 estudantes transformaram a escola em vitrine de ideias, vendas e cidadania. Mas o que esse modelo revela sobre o futuro da educação? 💡🧵

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320 estudantes colocaram produtos, ideias e contas na ponta do lápis na 3ª Feira Social e de Empreendedorismo da Escola Profº Roberto Santos, em Barreiras. 💡🧵 Será que a escola tradicional prepara mesmo para a vida econômica real?

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Do 6º ao 9º ano, cada turma assumiu uma barraca com artesanatos, alimentos e atividades criadas a partir das aulas. Não era só “vender”: era planejar, produzir, organizar recursos e entender quem compra. Por que esse aprendizado prático ainda é exceção?

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A feira foi precedida por conteúdos de empreendedorismo, economia e matemática financeira. Afinal, como falar em autonomia para jovens sem ensinar orçamento, custo, preço e planejamento? Educação financeira é privilégio ou deveria ser parte básica da escola pública?

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Pais e familiares também puderam expor e comercializar produtos. Quando a escola abre espaço para a comunidade gerar renda, ela deixa de ser apenas sala de aula — e vira rede local de oportunidades. Quantas iniciativas assim poderiam fortalecer pequenos negócios?

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O evento reuniu ainda saúde, assistência social, Cadastro Único, CRAS, capacitações, orientação sobre crédito e apoio da Uninassau. Empreender depende só de “força de vontade” ou também de informação, serviços públicos e acesso a recursos?

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Integrada ao Na Ponta do Lápis – Aprender Valor e à Escola das Adolescências, a ação aponta um caminho: aproximar currículo e realidade. Se jovens aprendem a criar, calcular e negociar cedo, por que tantas escolas ainda tratam o dinheiro como tabu?

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A pergunta que fica: formar empreendedores é apenas ensinar a vender ou capacitar jovens para fazer escolhas econômicas mais conscientes, inclusive sobre trabalho, crédito e futuro? Uma feira de um dia pode plantar habilidades que acompanham uma geração inteira.

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