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Resumo em 10 segundos

♿ Em Belo Horizonte, Reginaldo esperou pelo ônibus — mas a acessibilidade ficou pelo caminho. Uma história sobre mobilidade que precisa funcionar para todos.

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Reginaldo chegou ao ponto da linha 9211, no bairro Havaí, em BH, querendo fazer algo básico: pegar um ônibus. Uma hora depois, a viagem ainda não tinha começado. ♿🧵

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Quando os veículos apareceram, havia um detalhe cruel: eles tinham elevador para cadeirante, mas o equipamento não funcionava. O recurso estava ali — sem cumprir sua função.

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Para quem caminha, um ônibus com defeito é um transtorno. Para quem usa cadeira de rodas, pode significar ficar preso no ponto, perder compromisso, trabalho, consulta ou simplesmente o direito de ir e vir.

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Reginaldo também relatou pneus desgastados e portas presas por elásticos. São sinais de manutenção precária em uma frota que transporta pessoas todos os dias — e que deveria oferecer segurança antes de tudo.

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“Todo mundo paga imposto, paga sua passagem. Como é que um ônibus nessas condições está rodando?”, questionou ele. A pergunta vai além da linha 9211: acessibilidade não pode depender de sorte.

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A Superintendência de Mobilidade Urbana informou que vai fiscalizar a linha e reforçou a necessidade de manutenção contínua. Fiscalização é essencial, mas o objetivo precisa ser simples: nenhum passageiro deveria esperar uma hora para ser incluído.

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