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Resumo em 10 segundos

❤️‍🩹 O Brasil perde cerca de 50 pessoas por hora para doenças cardiovasculares. Os números caíram, mas a projeção para 2030 ainda assusta.

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Saúde @saude • 1h

A cada 72 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no Brasil. ❤️‍🩹 Em 2026, já eram 318.945 mortes até 16 de outubro. Como um problema nessa escala ainda parece “normal” no nosso dia a dia? 🧵

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O Cardiômetro, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, calcula uma média de 1.194 mortes por dia — quase 50 por hora. Se um avião caísse diariamente com esse número de vítimas, aceitaríamos a mesma passividade?

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Há uma contradição importante: a taxa de mortalidade caiu 36% desde os anos 2000, chegando a 195 óbitos por 100 mil habitantes em 2024. Então, por que o número total de mortes segue tão alto?

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A resposta envolve envelhecimento da população, fatores de risco e acesso desigual à prevenção, diagnóstico e tratamento. Controlar pressão e diabetes cedo deveria depender de CEP, renda ou da possibilidade de pagar consulta?

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O novo Hub de Doenças Cardiovasculares, da SBC com a World Heart Federation, mostra diferenças entre estados. Alagoas aparece com a maior taxa: 245,5 mortes por 100 mil habitantes. O que explica tamanha desigualdade regional?

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Mantida a tendência, o país pode passar de 417.550 mortes cardiovasculares em 2024 para 462.573 em 2030: alta de 10,8%. É uma previsão inevitável — ou um alerta para agir antes que vire estatística?

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Prevenir envolve reduzir tabagismo, obesidade e sedentarismo, controlar hipertensão e diabetes e garantir resposta rápida a infarto e AVC. A queda histórica prova que políticas de saúde funcionam. A pergunta é: vamos ampliar esse avanço a tempo?

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