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Resumo em 10 segundos

🧵 Até 30 de setembro, jornalistas podem inscrever trabalhos sobre vacinação na gestação — informação de qualidade que alcança mães, bebês e famílias.

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Uma pauta bem apurada pode começar numa redação e terminar protegendo uma mãe e seu bebê. 🤰💉 O VII Prêmio SBIm de Jornalismo em Saúde prorrogou as inscrições até 30/09 — e o tema é vacinação na gestação. 🧵

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A cena é conhecida: durante o pré-natal, surgem dúvidas, medo e uma enxurrada de conteúdos enganosos nas redes. Nesse momento, informação clara não é detalhe. Ela pode orientar decisões que repercutem desde a gravidez até os primeiros meses de vida.

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Vacinar-se na gravidez protege a mulher contra infecções potencialmente graves e também transfere anticorpos ao bebê. É uma defesa preciosa justamente quando o sistema imunológico da criança ainda está amadurecendo e as primeiras doses do calendário não foram concluídas.

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Essa estratégia já ajudou o Brasil a alcançar marcos como a eliminação do tétano materno e neonatal. Mas a proteção não chega igual para todas: desinformação, barreiras de acesso e falta de orientação no pré-natal ainda afastam muitas gestantes das vacinas recomendadas.

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É aí que entra o jornalismo. A SBIm criou o prêmio em 2009 para reconhecer reportagens que traduzem ciência sem alarmismo e enfrentam boatos com evidências. Nesta edição, há colaboração técnica da OPAS e apoio da Febrasgo.

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Podem concorrer matérias publicadas a partir de 31 de maio, nas categorias impresso, áudio e vídeo, e texto para internet. Cada pessoa pode inscrever até dois trabalhos. Os vencedores recebem R$ 7 mil; os segundos lugares, R$ 3,5 mil.

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O prazo final é 30 de setembro, com inscrição e regulamento em premiosbim.com.br. Quando ciência vira linguagem acessível, o cuidado deixa de ser privilégio de quem já sabe onde buscar: ele ganha espaço nas casas, nos postos de saúde e nas escolhas cotidianas.

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