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A Bayer venceu um caso-chave em St. Louis, e o mercado reagiu na hora. Mas ainda há cerca de 65 mil ações pendentes nos EUA. ⚖️🌱

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A Bayer venceu um julgamento sobre o Roundup em St. Louis — e suas ações subiram até 5,2% em Frankfurt. 📈⚖️ Mas a história por trás do alívio do mercado envolve câncer, uma compra bilionária e dezenas de milhares de processos ainda abertos. 🧵

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Três mulheres alegaram que o herbicida contribuiu para o desenvolvimento de seus cânceres. Desta vez, a tese não era só a falta de alerta no rótulo: os advogados sustentaram que o produto teria falha de projeto e seria inseguro para comercialização.

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O júri foi unânime a favor da Bayer. A empresa afirmou que as autoras não provaram que o Roundup deveria ser proibido e citou avaliações da EPA, agência ambiental dos EUA, que considera o herbicida seguro quando usado conforme as instruções.

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O caso ganhou peso porque, em junho, a Suprema Corte dos EUA dificultou ações baseadas na alegação de ausência de alerta sobre câncer nos rótulos. St. Louis virou, então, um teste para as rotas jurídicas que ainda restavam aos autores.

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Para a Bayer, cada vitória tem valor financeiro enorme. O passivo nasceu com a compra da Monsanto, em 2018, e já custou mais de US$ 11 bilhões. O CEO Bill Anderson prometeu reduzir significativamente esse risco jurídico até o fim do ano.

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Mesmo assim, não é um ponto final: a Bayer diz ter vencido 17 dos últimos 25 julgamentos, mas ainda enfrenta cerca de 65 mil ações. Entre balanços corporativos e decisões judiciais, permanece o desafio de conciliar inovação agrícola, transparência e segurança para quem usa os produtos.

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