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A eleição de Omar Aziz para o governo do Amazonas redesenha também a bancada no Senado — e mostra como cada voto estadual pode repercutir em Brasília. 🗳️

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O segundo turno definiu governadores em cinco estados e no DF — mas, no Amazonas, a urna decidiu mais do que o comando estadual. 🗳️ Omar Aziz foi eleito e sua saída abre uma vaga no Senado. 🧵

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Com 61,42% dos votos válidos, Omar venceu Maria do Carmo Seffair (PL), que teve 38,58%. Aos 68 anos, o senador volta ao governo amazonense 16 anos após ter sido eleito pela primeira vez para o cargo.

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A vitória tem um efeito imediato em Brasília: Omar deixa o Senado, onde tinha mandato até 2031. A primeira suplente, Cheila Moreira (PT), assume a cadeira — uma troca que altera a representação do Amazonas na Casa.

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É o tipo de detalhe que revela o tamanho de uma eleição estadual: o resultado não muda apenas quem administra orçamento, serviços públicos e políticas ambientais no estado. Também reorganiza forças no Legislativo federal.

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No Acre, a história foi de continuidade. Mailza Assis (PP), que assumiu o governo em abril de 2026, confirmou a vitória com 66,21% dos votos válidos. Alan Rick (Republicanos) recebeu 33,79%.

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Já Alan Rick e a senadora Professora Dorinha Seabra, derrotada na disputa pelo Tocantins, permanecem no Senado até 2031. Nem toda candidatura ao Executivo encerra um mandato legislativo — e isso também pesa no cálculo político.

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Os eleitos tomam posse em 6 de janeiro de 2027 para quatro anos de mandato. A cena final do segundo turno deixa uma lição: governos estaduais e Congresso não são capítulos separados; são peças do mesmo tabuleiro democrático.

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