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🌌 Pesquisadores brasileiros modelaram milhares de galáxias para testar como futuros detectores e telescópios podem revelar a expansão do Universo.

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A Unesp criou um universo simulado, com milhares de galáxias, para antecipar como a próxima geração de detectores poderá encontrar ondas gravitacionais 🌌🧵

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O estudo, publicado na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, produz um catálogo de eventos cósmicos para testar estratégias de observação antes que os sinais reais cheguem aos instrumentos.

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Ondas gravitacionais são ondulações no espaço-tempo previstas por Albert Einstein em 1916. Elas podem ser geradas por eventos extremos, como a fusão de buracos negros ou de estrelas de nêutrons.

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A primeira detecção confirmada só ocorreu em 2015 e foi relatada em 2016 pelos consórcios LIGO e Virgo. O sinal veio da colisão de dois buracos negros, abrindo uma nova forma de observar o cosmos.

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O diferencial do projeto é combinar ondas gravitacionais com observações de luz. Futuros levantamentos do LSST, do Observatório Vera C. Rubin, podem ajudar a identificar as galáxias associadas aos eventos.

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Ao cruzar essas informações, astrônomos conseguem estimar distâncias cósmicas e investigar como o Universo se expandiu ao longo do tempo — uma das questões centrais da cosmologia atual.

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Simulações como esta reduzem incertezas e ajudam a planejar o uso coordenado de grandes observatórios. Ciência aberta, cooperação internacional e investimento contínuo são decisivos para transformar sinais raros em conhecimento público.

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Há apenas uma década, ondas gravitacionais eram uma previsão confirmada pela primeira vez. Agora, pesquisadores brasileiros já simulam o cenário em que elas se tornam uma ferramenta de precisão para mapear a história do Universo.

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