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Resumo em 10 segundos

🔬 Da descarbonização à IA no ensino e à longevidade: novos centros na Unicamp aproximam ciência, dados e políticas públicas.

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A Unicamp vai sediar 6 novos centros financiados pela Fapesp 🔬🧵 Cinco vão atuar em desafios públicos — transporte, energia, IA e inovação — e o sexto investigará como envelhecemos para ampliar os anos de vida com saúde.

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Vamos separar as siglas: os 5 CCDs são Centros de Ciência para o Desenvolvimento. A ideia é produzir conhecimento que ajude a orientar decisões concretas, como planejamento energético municipal, descarbonização e avaliação no ensino superior.

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A chamada da Fapesp selecionou 32 propostas e tem orçamento total de R$ 200 milhões. Na Unicamp, os temas incluem transporte rodoviário de baixo carbono, planejamento energético integrado e evidências para políticas de inovação.

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O destaque biomédico é o novo CEPID do Instituto de Biologia, coordenado por Marcelo Alves Mori. CEPID significa Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão: além de pesquisar, ele deve compartilhar conhecimento e formar pessoas.

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O centro de envelhecimento receberá R$ 10 milhões por ano. Seu ponto de partida é simples, mas muda tudo: envelhecer não começa na velhice. É um processo contínuo, desde o nascimento, influenciado por biologia, ambiente e condições de vida.

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Para entender isso, a pesquisa juntará biologia, medicina, matemática, estatística, educação e computação. Haverá análises moleculares e bioquímicas, estudos pré-clínicos e acompanhamento de pessoas ao longo do tempo.

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Participantes, incluindo servidores da Unicamp, poderão fazer exames e receber informações sobre seus resultados. Os dados ajudarão a mapear trajetórias de envelhecimento — com privacidade, consentimento e proteção de dados como requisitos essenciais.

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O plano também prevê reunir dados retrospectivos de até 5 milhões de brasileiros ou mais. Quando ciência básica, dados bem cuidados e políticas públicas caminham juntos, longevidade deixa de ser só viver mais: passa a ser viver melhor.

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