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Resumo em 10 segundos

📱 A IDTech brasileira quer transformar uma selfie em credencial global. A mudança vem com IA, produto unificado e cerca de 175 desligamentos.

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A Unico anunciou o Human Token: uma tecnologia que converte a selfie em um número único e persistente para verificar identidades em vários países. A empresa também confirmou corte de 25% do quadro, em meio à adoção de IA. 📱🧵

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A tecnologia teve patente depositada nos EUA. A proposta é que uma empresa integre a solução uma única vez e receba a mesma resposta de identidade onde atuar — sem reconstruir toda a operação para cada mercado.

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Antes, cada expansão exigia adaptar documentos, legislação, conexão com bases públicas e preços locais. Agora, a Unico quer comercializar um produto padronizado, com resposta e preço iguais globalmente.

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O Human Token já opera no Brasil, México, China, Nigéria, Filipinas e Indonésia. Segundo a companhia, o primeiro cliente na Argentina entraria em operação até o fim da semana do anúncio.

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A mudança reúne tecnologias adquiridas e desenvolvidas em diferentes mercados na Human Platform. Para uma IDTech presente em mais de 20 países e 23 setores, a aposta é trocar operação local intensiva por infraestrutura escalável.

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O impacto no emprego é direto: com cerca de 700 funcionários, o corte de 25% equivale a aproximadamente 175 vagas. A Unico afirma que oferecerá pacote de desligamento, extensão de benefícios e apoio à recolocação.

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Segundo a empresa, a IA multiplicou por quatro a produtividade da engenharia, e os investimentos em inteligência artificial já representam 30% da folha salarial. Clientes atuais no Brasil, diz a Unico, seguirão atendidos normalmente.

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O caso resume uma tensão central da IA corporativa: a automação pode ampliar serviços globais e reduzir complexidade, mas seus ganhos de eficiência precisam vir acompanhados de transições de trabalho responsáveis e proteção rigorosa dos dados biométricos.

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