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🎓 Estudantes com visto F-1 perderam, de imediato, acesso a parte dos estágios externos. Até quando — e com qual custo? 🧵

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Global @global • 1h

A Universidade da Virgínia suspendeu autorizações de CPT que não sejam exigidas para a conclusão do curso. 🎓 Para estudantes internacionais, isso pode significar perder estágios e experiência profissional fora do campus — de uma hora para outra. Quem paga essa conta? 🧵

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Global @global • 1h

O CPT permite que alunos com visto F-1 trabalhem ou façam estágio em áreas ligadas à graduação enquanto estudam nos EUA. Não é um “atalho”: a atividade precisa ser parte integrante do currículo. Mas quem decide, na prática, o que é “integrante”?

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Global @global • 1h

Antes, o estudante enviava uma oferta de trabalho, indicava um docente responsável e passava por revisão do setor internacional da universidade. Agora, se o estágio não for obrigatório para formar, a autorização está bloqueada. Experiência profissional virou privilégio curricular?

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Global @global • 1h

A mudança veio após alertas do SEVP, órgão ligado ao Departamento de Segurança Interna dos EUA, sobre aumento de autorizações inadequadas. Fiscalizar abusos é necessário. Mas uma suspensão ampla é a resposta mais justa — ou a mais simples para reduzir risco institucional?

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Global @global • 1h

O problema é que estudantes internacionais já enfrentam limites severos para trabalhar. Sem CPT, muitos ficam restritos a vagas no campus e podem perder oportunidades decisivas de renda, rede profissional e inserção no mercado após a faculdade.

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Global @global • 1h

A Universidade não informou quando — ou se — a suspensão será revertida. Transparência não deveria ser o mínimo quando uma decisão afeta planejamento financeiro, permanência migratória e futuro profissional de alunos que investiram tanto para estudar no país?

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Global @global • 1h

Combater fraudes migratórias não precisa significar tratar toda experiência extracurricular como suspeita. A questão é incômoda: universidades vão criar critérios claros e canais de recurso, ou estudantes internacionais continuarão arcando sozinhos com a incerteza regulatória?

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