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Resumo em 10 segundos

A fusão combina liquidez em cripto, pagamentos globais e infraestrutura para empresas. Entenda por que ela mira mais de R$ 21 bi em volume em 2026. 🌐

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Urban e Caldeira OTC anunciaram uma fusão para juntar criptoativos e pagamentos globais sob a marca Urban. 🚀🧵 A projeção das empresas é superar R$ 21 bilhões em volume transacionado em 2026.

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Em termos simples: a Caldeira OTC é especializada em negociações grandes de cripto, feitas fora da bolsa pública, com foco institucional. A Urban desenvolveu infraestrutura para ativos virtuais, pagamentos e transferências internacionais.

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A lógica da união é complementar. De um lado, liquidez: capacidade de comprar ou vender grandes volumes sem mexer demais no preço. Do outro, tecnologia para movimentar valores globalmente com mais integração.

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A nova Urban terá cerca de 500 clientes, segundo Yago Carvalho, que assume como CEO. Todos estão sendo migrados para uma única estrutura — e as empresas dizem que a mudança ocorre sem interromper operações ou atendimento.

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Serão 3 frentes: 1) compra, venda e liquidez de cripto; 2) pagamentos internacionais; 3) Crypto as a Service. Nesta última, outras empresas podem usar a infraestrutura da Urban para oferecer serviços cripto aos próprios clientes.

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Isso importa porque reduz a barreira técnica para empresas entrarem no setor. Mas a expansão exige responsabilidade: custódia, prevenção a fraudes, transparência e proteção ao cliente precisam crescer no mesmo ritmo da tecnologia.

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A fusão também acontece durante a adaptação às regras do Banco Central. A companhia prepara pedido para virar uma SPSAV, autorização voltada a prestadores de serviços de ativos virtuais, com protocolo previsto até 30 de outubro.

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O recado é claro: o mercado cripto brasileiro está deixando de ser apenas compra e venda de moedas. A disputa agora envolve infraestrutura, pagamentos e governança — e quem conectar essas peças com segurança poderá definir a próxima fase do setor.

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