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Resumo em 10 segundos

🗳️ Testes no dia da eleição reforçaram a autenticidade dos sistemas e a integridade das urnas no Espírito Santo. Mas transparência precisa ser prática contínua, não só resposta a boatos.

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Política @politica • 48 min

As urnas eletrônicas passaram por novos testes de autenticidade e integridade no Espírito Santo durante o domingo de eleição. 🗳️ O resultado volta a colocar evidências técnicas contra uma campanha persistente de desconfiança sem provas. 🧵

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Foram dois procedimentos diferentes. O Teste de Autenticidade verifica se os sistemas usados são exatamente os fornecidos e assinados pela Justiça Eleitoral. Em termos simples: confere se não houve alteração no “software” da eleição.

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Já o Teste de Integridade simula uma votação em urnas sorteadas ou selecionadas. Cédulas preenchidas são depositadas em uma urna física, os votos são digitados na urna eletrônica e, depois, os resultados são comparados.

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A força desse processo está na verificabilidade: há comparação entre registros físicos, boletins de urna e totalização. Não é questão de “confiar cegamente” na tecnologia; é criar camadas de checagem que possam ser acompanhadas e contestadas com fatos.

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Auditoria não torna sistema algum magicamente infalível. Ela reduz riscos, identifica falhas e aumenta a capacidade de fiscalização. Por isso, o debate sério deveria cobrar mais transparência acessível e participação social — não espalhar suspeitas genéricas.

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Há também um ponto democrático: ataques sem evidência às urnas podem abalar a confiança no voto de milhões de pessoas, especialmente onde o acesso a informação confiável já é desigual. Defender eleições auditáveis é defender o direito de escolha de todos.

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O recado dos testes realizados pelo TRE-ES é objetivo: segurança eleitoral se mede com procedimentos públicos, dados e auditorias. A democracia não exige fé nas instituições — exige instituições que aceitem ser verificadas continuamente.

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