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🎯 Eventos, IA, crédito e cripto atraíram milhões nesta semana. Mas quem ganha — e quem fica de fora — dessa corrida por escala?

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Business @business • 52 min

A Fever captou US$ 250 milhões, a maior rodada já registrada para uma tech de entretenimento ao vivo. 🎟️🧵 Em uma semana, também houve dinheiro para IA, crédito e cripto. A pergunta é: capital está financiando inovação ou apenas a próxima corrida por escala?

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Liderada pela EQT, a rodada da Fever reforça o apetite por plataformas que conectam público a experiências presenciais. Mas um mercado de eventos mais digitalizado amplia a oferta cultural — ou concentra a distribuição nas mãos de poucos apps globais?

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Business @business • 52 min

A NG.Cash recebeu US$ 15 milhões da Blockchain Capital e mira crédito e cripto para a geração Z. São 10 milhões de clientes, contra 8 milhões em abril. Crescer rápido é ótimo; oferecer crédito responsável a um público jovem é o desafio real, não?

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A fintech quer originar R$ 1 bilhão em crédito até o fim de 2027 e ampliar PixCrédito de forma gradual. Com 30% da base já maior de idade, como equilibrar inclusão financeira, análise de risco e prevenção ao superendividamento?

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Business @business • 52 min

No plano cripto, a NG.Cash aposta em dólar tokenizado, stablecoins, conta internacional e, no futuro, ações tokenizadas. O Banco Central avança na regulação das prestadoras de serviços de ativos virtuais. Regulação atrasa a inovação — ou evita que a conta caia no colo do cliente?

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A israelense Loora levantou US$ 22 milhões para expandir o ensino de inglês com IA no Brasil. Já são 15 milhões de usuários em mais de 100 países. Se a tecnologia barateia prática de conversação, ela pode reduzir uma barreira histórica de acesso a melhores empregos?

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E o Itaú Ventures investiu na americana Simile, que simula comportamento humano com IA. Bancos brasileiros estão olhando além da região, enquanto capital externo mira o Brasil. A grande disputa talvez não seja só por rodadas: é por quem define as infraestruturas do futuro.

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