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Resumo em 10 segundos

Depois de meses bem turbulentos, os fluxos para Bitcoin, Ethereum e futuros começaram a reagir. O JPMorgan vê um cenário mais forte para o fim do ano 📈

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O mercado cripto recebeu cerca de US$ 50 bilhões em investimentos em 2026, segundo o JPMorgan 📈 E a virada veio principalmente dos ETFs de Bitcoin e Ethereum, além dos contratos futuros. A reta final do ano pode ganhar outro ritmo 🧵

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O número ainda fica abaixo de 2025, mas o ritmo melhorou: hoje, as entradas equivalem a US$ 66 bilhões anualizados. Em maio, eram US$ 52 bilhões. Ou seja: não é euforia total, mas o dinheiro está voltando com mais força.

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O JPMorgan somou várias fontes nessa conta: fundos cripto, futuros negociados na CME, capital de risco e compras de ativos digitais por empresas. Desta vez, também entrou compra feita por privadas, mineradoras não listadas e entidades ligadas a governos.

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No primeiro semestre, quem segurou boa parte da demanda foram empresas comprando Bitcoin — como a Strategy — e investimentos em startups. Já no 3º trimestre, o protagonismo mudou: ETFs reagiram e os futuros ganharam tração.

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Isso importa porque ETF é uma ponte mais simples entre o mercado tradicional e cripto. Quando os fluxos voltam, mais investidores conseguem exposição sem precisar lidar diretamente com carteira, chave privada ou corretora especializada.

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Mas vale o lembrete: os ETFs sofreram fortes saídas em maio e junho. O saldo de 2026 voltou ao positivo só depois da melhora iniciada em agosto — e ainda é negativo desde a correção forte que começou em 10 de outubro de 2025.

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A leitura do banco é que há participação mais ampla, de institucional a varejo, o que pode fortalecer os fluxos no 4º trimestre. Só que entrada de capital não elimina volatilidade: cripto continua sendo um mercado de risco alto. A retomada parece real; a consistência ainda precisa ser provada.

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