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Corredores, terminais e linhas no mapa: dados atualizados ajudam a entender (e melhorar) a mobilidade metropolitana. 🚌🗺️

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A USP colocou no mapa dados atualizados de corredores e terminais de ônibus da Grande São Paulo — e qualquer pesquisador ou gestor público pode acessar de graça. 🚌🗺️🧵

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É trabalho do Centro de Estudos da Metrópole (CEM-USP). As bases cartográficas têm referência de 2025 e trazem localização, extensão, empresas operadoras e início de funcionamento dos corredores.

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Na prática, não é só um monte de pontinho no mapa: são 51 segmentos de corredores, que juntos somam 207 km. Dá para enxergar onde a infraestrutura está concentrada — e onde ela ainda faz falta.

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Também há dados de terminais rodoviários, ferroviários, aéreos, além de estruturas em construção e planejamento. Separar tudo direitinho ajuda a comparar regiões e entender a rede como ela realmente funciona.

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Os arquivos funcionam em ferramentas como o QGIS, programa usado para análise espacial. Com latitude, longitude e camadas de informação, fica bem mais fácil cruzar transporte, população, empregos e tempo de deslocamento.

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E tem a GeoRedus, plataforma aberta parceira do projeto: por lá dá para baixar dados em GTFS, formato padrão da mobilidade. Há linhas de ônibus de 18 cidades brasileiras, incluindo São Paulo.

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Dado aberto não resolve ônibus lotado sozinho, claro. Mas dá base para planejar melhor, fiscalizar promessas e direcionar investimento a quem passa horas por dia no deslocamento. Mapa bom também é ferramenta de justiça urbana.

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