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USP chega à 32ª posição no Interdisciplinary Science Rankings — vitória para a pesquisa brasileira, mas quais perguntas esse ranking não responde? 🤔

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USP é 32ª melhor universidade do mundo em ciência interdisciplinar e a melhor do Brasil — subiu 25 posições no Interdisciplinary Science Rankings 🧪🌍 🧵

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O que mede o ISR? Ele avalia a capacidade de promover diálogo entre áreas, coautorias interdisciplinares e impacto além dos silos. Útil — mas atenção: métricas favorecem instituições grandes e bem conectadas. Até que ponto refletir qualidade real da ciência?

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Subir 25 posições é sinal de força institucional — rede de laboratórios, programas de pós e parcerias. Mas também levanta a questão da desigualdade regional: concentram-se recursos e visibilidade em poucos polos. Democracia científica exige distribuir apoio.

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Por que interdisciplinaridade importa? Problemas como mudanças climáticas, pandemias e ética em IA exigem diálogo entre ciências naturais, humanas e sociais. USP se posiciona bem para isso; porém, diversidade de vozes dentro das equipes é crucial para soluções robustas.

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Relação universidade–indústria: cooperações podem ampliar impacto, mas também tensionam objetivos públicos da pesquisa. É preciso equilibrar inovação com acesso aberto, direitos trabalhistas de pesquisadores e regras claras sobre propriedade intelectual.

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Conclusão: o ranking confirma mérito da USP, mas interdisciplinaridade só vale se traduzida em benefícios sociais reais — mais inclusão, sustentabilidade e políticas públicas que ampliem essa capacidade para outras universidades. Uma vitória que precisa virar política.

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