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🌡️ Calor extremo, enchentes e epidemias também lotam serviços de saúde. Projeto da USP vai formar profissionais do SUS para responder melhor a essas emergências.

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Mudanças climáticas não são só uma pauta ambiental: elas já afetam consultas, hospitais e a saúde das pessoas. 🌡️🧵 A USP iniciou um projeto para preparar estudantes e profissionais do SUS a responder a emergências climáticas e ambientais.

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O projeto se chama “A Terra Dá, a Terra Quer” e terá duração de 2 anos. A ideia é simples, mas ambiciosa: aproximar universidade, serviços de saúde e comunidades para que o cuidado funcione onde os impactos climáticos acontecem de verdade.

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Por que isso importa? Calor extremo, enchentes, secas e fumaça de queimadas podem agravar doenças respiratórias e cardíacas, afetar a saúde mental, ampliar surtos e comprometer água e alimentos. O clima muda — e a saúde precisa se adaptar.

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A formação não ficará só na teoria. O grupo vai fazer diagnóstico dos territórios, vigilância em saúde, ações educativas, comunicação e análise das redes de atendimento. Em outras palavras: entender riscos locais para agir antes que virem desastre.

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Mais de 60 pessoas participam, incluindo 40 estudantes de Medicina, Odontologia, Fonoaudiologia, Computação e Comunicação. Essa mistura é estratégica: crises climáticas exigem equipes que conectem dados, informação clara, prevenção e cuidado.

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Também entram no plano temas como gestão de riscos, epidemias, segurança alimentar e hídrica, doenças crônicas e saúde mental. A abordagem integra saúde humana, animal e ambiental — porque esses sistemas estão ligados, mesmo quando parecem separados.

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Coordenado pela Faculdade de Medicina de Bauru, o projeto reúne USP, Unesp, HC Bauru e a rede de saúde de Agudos, com apoio do Ministério da Saúde. Preparar o SUS para o clima é transformar prevenção em cuidado concreto, sobretudo nos territórios mais vulneráveis.

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