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Resumo em 10 segundos

🧠 Formação de dois anos vai levar supervisão baseada em casos reais a profissionais da rede psicossocial de São Paulo, em parceria com o SUS.

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🧠 A USP vai oferecer um curso de aperfeiçoamento para 900 profissionais da rede de atenção à saúde mental do município de São Paulo. A formação terá três edições e duração de dois anos. 🧵

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O curso foi desenvolvido com a gestão municipal no modelo de supervisão clínico-institucional: profissionais discutem casos reais dos serviços para qualificar o cuidado prestado no cotidiano da rede.

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A iniciativa integra o Coapes, acordo entre a Secretaria Municipal da Saúde e instituições de ensino. A proposta é aproximar universidade, serviços de saúde e comunidade dentro do SUS.

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O projeto-piloto está em fase de conclusão com profissionais da Coordenadoria de Saúde Sudeste. Até 2028, docentes do Instituto de Psicologia, da Faculdade de Medicina e da Escola de Enfermagem farão treinamento e supervisão.

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A primeira linha de cuidado já foi lançada e aborda o tratamento da dor em pacientes da rede municipal. A ideia é estruturar formações conectadas às demandas concretas encontradas nos serviços.

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A parceria USP–SMS existe desde 2016 e também organiza estágios nas unidades municipais. Hoje, a graduação da USP está presente em 71 unidades de saúde de São Paulo.

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Só em 2025, a rede municipal recebeu 1.534 estágios da USP, que somaram mais de 265 mil horas: 59% na graduação e 41% em residências. Em contrapartida, a universidade participa da qualificação dos serviços.

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Formação continuada não resolve sozinha os desafios da saúde mental, mas fortalece equipes que atendem diretamente a população. Integrar ensino e SUS ajuda a transformar experiência de trabalho em cuidado mais consistente.

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