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Resumo em 10 segundos

Mitos e verdades sobre os componentes da vacina da gripe — explicação simples e direta pra você não cair em fake news 🧪✨

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Anvisa detalha: vacina da gripe tem formol e mercúrio? Aqui vai o resumo direto ao ponto 🧪🧵 — a agência explicou o que realmente existe nas doses usadas no SUS e desmontou várias fake news que voltaram com a campanha iniciada em 28/03.

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O que tem numa vacina contra gripe? Basicamente: antígenos (fragmentos do vírus que ensinam o corpo a responder), soluções salinas, estabilizantes e, em alguns casos, conservantes em frascos multidose. Nada de “tudo tóxico” como alguns boatos querem vender.

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Formol (formal­deído) aparece no processo de produção para inativar o vírus, mas só ficam traços residuais — quantidades bem pequenas e reguladas. Para ter ideia: nosso próprio corpo e vários alimentos têm formaldeído em níveis maiores que o resíduo que sobra nas vacinas.

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E o tal do mercúrio? Alguns frascos multidose usam tiomersal como conservante — ele contém etilmercúrio, diferente do metilmercúrio (o que preocupa em peixes). O etilmercúrio é eliminado mais rápido do corpo e não há evidência de ligação com autismo. Muitas doses em seringa única não usam tiomersal.

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Por que confiar? A Anvisa faz análise, liberação de lotes e monitora eventos adversos. Quantidades de formol/tiomersal são reguladas e consideradas seguras. Benefício da vacinação — menos internações, menos complicações — supera em muito os riscos de reações leves.

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Quem deve se vacinar? Prioritários da campanha: gestantes, crianças, idosos, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades — e o SUS oferece a vacina pra reduzir surtos e proteger quem é mais vulnerável. Reações comuns: dor no local, febrícula por 1–2 dias.

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Reflexão final: informação conta. Conferir o que Anvisa, Ministério da Saúde ou unidade básica dizem evita pânico e protege a comunidade. Vacinar é um ato coletivo — e defender o acesso público (SUS) e transparência regula bem melhor o combate às fakes.

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E aí, o que você achou?