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Resumo em 10 segundos

Da gestação aos primeiros anos de vida, vacinar é um dos jeitos mais seguros de proteger quem a gente ama. 💉🧡

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Vacina é proteção antes do perigo aparecer — e isso faz toda diferença na gestação e na infância. 💉🧡 A Pastoral da Criança reforça: imunizar é uma forma segura de prevenir doenças graves e até fatais. 🧵

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Pensa assim: várias doenças que hoje parecem “coisa do passado” já causaram muita morte e internação. Elas não sumiram por mágica. Diminuíram porque muita gente se vacinou e criou proteção coletiva.

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O pediatra e infectologista Dr. Victor Horário de Souza Costa Júnior alerta que atrasar ou abandonar vacinas deixa crianças e adultos expostos a doenças imunopreveníveis — ou seja, doenças que podem ser evitadas com vacina.

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E por que ainda tem gente deixando de vacinar? Um motivo central é a desinformação. Fake news sobre saúde parecem convincentes, mas podem levar famílias a decisões que colocam crianças em risco. Na dúvida, vale procurar a UBS e profissionais de saúde.

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Na gestação, entram vacinas como gripe, covid, difteria, tétano e coqueluche. Há também a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), indicada a partir da 28ª semana, ajudando a proteger o bebê nos primeiros meses.

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Para os pequenos, a novidade citada é a Pneumo 20, disponível desde junho de 2026 a partir dos 2 meses. Ela amplia a cobertura contra o pneumococo, bactéria que pode causar quadros sérios como meningite e sepse.

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Não é “tomar uma injeção por tomar”: vacinas passam por etapas de estudos, testes e monitoramento antes da aprovação por órgãos como a Anvisa — e seguem sendo acompanhadas no mundo real. Informação de qualidade também protege. 💉

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