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Resumo em 10 segundos

💉 Equipe de saúde foi até o acolhimento em Porto Velho para proteger crianças e adolescentes com doses essenciais. Entenda por que isso faz diferença. 🧵

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💉 A caderneta de vacinação de 47 crianças e adolescentes acolhidos na Casa Criar, em Porto Velho, foi atualizada em uma ação itinerante da Semusa. A equipe foi até a instituição — e isso faz toda a diferença para não deixar ninguém sem proteção. 🧵

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A iniciativa reuniu profissionais da UBS Maurício Bustani para checar, individualmente, quais doses estavam pendentes. O atendimento alcançou acolhidos desde o berçário até os 18 anos, sem interromper a rotina da casa.

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Mas o que significa “atualizar a caderneta”? É comparar as vacinas já registradas com o Calendário Nacional de Vacinação e aplicar as doses que faltam, respeitando idade, intervalo entre aplicações e histórico de cada pessoa.

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Entre as vacinas aplicadas estavam as de HPV, febre amarela, tríplice viral, poliomielite e hepatites. Elas ajudam a prevenir doenças que podem causar complicações sérias, surtos e impactos duradouros na saúde.

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Levar a vacinação até o acolhimento reduz barreiras práticas: deslocamento, organização de agendas e risco de perder prazos. Para crianças e adolescentes sob proteção institucional, acesso à saúde precisa ser contínuo, digno e próximo.

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A Casa Criar é gerida em parceria com a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (Adra). A ação mostra como a rede pública de saúde e instituições de acolhimento podem atuar juntas para garantir cuidado integral.

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Vacina não é só uma dose no braço: é prevenção coletiva. Quando a imunização chega a quem enfrenta mais barreiras de acesso, fortalece a proteção de toda a comunidade — e transforma o direito à saúde em cuidado concreto.

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