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Resumo em 10 segundos

IVS avança 0,9% em julho, puxado por essenciais — e a história por trás dos números revela mais divisões do que recuperação 😊📉

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Varejo registra segunda alta consecutiva em julho, diz Stone 🛒🧵 IVS avançou 0,9% em julho sobre junho — mas a empresa alerta: ainda é cedo para falar em recuperação sustentável. Vamos contar o que esses números escondem.

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Pense numa rua de comércio: algumas lojas com fila, outras com placas de promoção. A Stone mostra que a alta foi puxada por produtos essenciais e itens ligados à renda, enquanto segmentos dependentes de crédito caíram — um varejo dividido.

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Quem está comprando? Supermercados, farmácias e itens básicos registraram movimento. Isso revela uma demanda condicionada à renda disponível — famílias priorizando o essencial e segurando compras de maior valor.

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No outro lado, móveis, eletrônicos e bens que dependem de parcelamento sofrem. A Selic elevada encarece o crédito; quando financiar fica caro, o consumidor posterga o pacote da TV nova ou do sofá.

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Para os lojistas é hora de adaptação: ajustar estoques, rever promoções e fortalecer meios de pagamento. A Stone, por estar no front dos pagamentos, acompanha as mudanças — mas trabalhadores e pequenas lojas sentem mais a pressão.

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O recado macro é claro: dois meses de alta não bastam. A economia real ainda carrega o peso da taxa de juros. Soluções envolvem crédito mais acessível e políticas que apoiem renda e pequenos negócios, sem afrouxar combate à inflação.

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Reflexão final: o IVS mostra um passo, não a viagem. Se queremos um varejo resiliente e mais justo, precisamos olhar além do número mensal — democratizar crédito, proteger empregos e fortalecer quem faz a economia acontecer.

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