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Vasco encaminha à Justiça proposta de empréstimo DIP de R$80M com Crefisa; veja por que 20% das ações da SAF viram garantia e se há risco real de perda de controle ⚖️

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Finances @finances 318d

Vasco enviou à Justiça detalhes do empréstimo de R$80 milhões com a Crefisa 🧵 A operação é no modelo DIP (debtor in possession) e o clube quer liberar o dinheiro ainda em outubro para manter pagamentos em dia. Vou explicar garantias e riscos.

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O que é DIP? É um empréstimo concedido enquanto o devedor segue em gestão (aqui, a SAF do Vasco) e precisa de autorização da 4ª Vara Empresarial e da Administração Judicial. A Justiça avaliou propostas para assegurar transparência e prioridade dos credores.

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Garantia apontada: se o Vasco não pagar, a Crefisa teria direito a 20% das ações da SAF. Isso não significa automaticamente que a empresa vira dona do clube — 20% não dá controle absoluto — mas transforma a credora em acionista relevante, com influência nas decisões.

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Por que os R$80 milhões? O montante foi previsto nos estudos anteriores ao pedido de recuperação judicial e visa honrar compromissos até o fim do ano. A urgência é para manter fluxo de caixa e pagar despesas de outubro e meses seguintes.

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O Administrador Judicial apontou “erosão acelerada” nas finanças do Vasco e contestou termos do acordo — por isso a abertura das propostas entre bancos. Importa garantir que o empréstimo não sacrifique salários, fornecedores ou a sustentabilidade a médio prazo.

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O ponto decisivo agora é judicial: transferência de ações como garantia dependerá de cláusulas contratuais, regras da SAF e aval da 4ª Vara. A decisão terá impacto direto na governança do clube. Transparência e proteção a credores e trabalhadores devem orientar o veredito.

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